Para pesquisadores e laboratórios · Programa de aceleração

Sua pesquisa validou. E agora?

Muita ciência boa fica na gaveta porque falta saber como abrir a empresa, organizar o licenciamento e chegar ao primeiro cliente. A Pegaso é uma aceleradora de startups de base científica no Sapiens Parque, em Florianópolis. A gente faz esse caminho com você, sem tirar você da bancada.

O que trava

O que muda quando o fundador é cientista

Uma startup comum começa com um problema de mercado e procura uma solução. Uma spin-off universitária já tem a solução, mas precisa descobrir quem precisa dela e pagaria por isso. O ponto de partida é outro.

Quem é dono da tecnologia?

A propriedade intelectual costuma ser da universidade. Sem acordo com o NIT (Núcleo de Inovação Tecnológica), nenhum investidor assina e nenhum cliente contrata. É o primeiro nó a desatar.

Quem pagaria por isso?

Publicar um resultado não garante que alguém vai comprar. Antes de investir no produto final, a gente conversa com possíveis clientes, testa um piloto pago e busca o primeiro cliente âncora.

Quem cuida do negócio?

Você segue na pesquisa. Alguém precisa cuidar de sociedade, preço, contrato, canal e captação. É exatamente o que a Pegaso faz.

É para você se…

  • Você tem uma tecnologia que funciona: resultados publicados, protótipo ou piloto acadêmico (TRL 3 a 4 ou mais).
  • Você consegue apontar um setor que precisa dessa solução, mesmo sem saber ainda quem compra.
  • Você quer participar da empresa que nasce daí, mas não quer (ou não pode) largar a universidade.
  • Você já ouviu "isso é muito acadêmico" de um investidor e não sabe o que fazer com isso.
  • Seu laboratório tem mais de uma tecnologia parada e quer um parceiro para tirá-las da gaveta.

Ainda não é para você se…

  • Sua ideia ainda não tem validação técnica. Nesse caso, vale começar por uma incubadora ou um programa de pré-aceleração. Entenda a diferença
  • Você procura só capital, sem estruturação. A Pegaso prepara a captação; não é um fundo.
  • A empresa já vende e precisa só de escala. Podemos ajudar, mas o programa é desenhado para a travessia da pesquisa ao mercado.

O caminho

Da bancada ao primeiro cliente, em cinco etapas.

A asa da nossa marca tem cinco penas. Cada uma representa uma etapa, com um resultado concreto para o seu projeto.

  1. PENA 01

    Diagnóstico

    Em que estágio a tecnologia está, que problema de mercado ela resolve e quem pagaria por isso.

    Você sai com: tese de mercado e leitura honesta de estágio.
  2. PENA 02

    Modelagem

    Modelo de negócio, acordo com o NIT (licenciamento ou cotitularidade), estrutura da spin-off, cap table com vesting e preço que fecha a conta.

    Você sai com: empresa constituída e sua participação definida por escrito.
  3. PENA 03

    Tração

    Conversas com possíveis clientes, piloto pago com a indústria e cliente âncora. São resultados que ajudam a mostrar o valor da tecnologia aos investidores.

    Você sai com: primeiro contrato.
  4. PENA 04

    Escala

    Canais, operação e governança para crescer sem quebrar no caminho.

    Você sai com: equipe de negócio e processo de venda.
  5. PENA 05

    Captação

    Fomento (FINEP, FAPESC, EMBRAPII), anjos, fundos e investidores estratégicos. A gente busca cada opção no momento certo, sem abrir mão de participação antes da hora.

    Você sai com: pitch, data room e investidores na mesa.

Tudo começa pelo diagnóstico

Uma conversa. Sem compromisso, sem PDF de 40 páginas.

O que fica com você

Como um pesquisador ganha com a própria tecnologia

Participação na spin-off

Sócio da empresa que nasce da sua pesquisa, com cap table e vesting desenhados para pesquisadores, gestores e investidores.

Participação nos royalties

A Lei de Inovação prevê participação do inventor nos ganhos do licenciamento feito pela universidade. A Pegaso negocia isso junto com o NIT.

Seu nome no mercado

Com pilotos na indústria e uma empresa operando, a sua pesquisa vira uma tecnologia em uso. Isso também pode abrir novas linhas de pesquisa financiadas.

Quem senta à mesa

Seis sócios. Cada projeto acelerado tem acesso a todos.

Mario Cezar de Aguiar

Mario Cezar de Aguiar

Indústria · presidente da FIESC de 2018 a 2025. Quem abre a porta da indústria catarinense.

Carlos José Kurtz

Carlos José Kurtz

Jurídico & institucional · diretor jurídico da FIESC desde 2003.

Clovis Barreto Silva Junior

Clovis Barreto Silva Junior

Estruturação & inovação · estrutura a spin-off e a relação com a universidade.

Gilberto Tomazoni

Gilberto Tomazoni

Estratégia & agroindústria · CEO global da JBS.

Rafael Laguna Zambelli

Rafael Laguna Zambelli

Escala & mercado · fundou e levou a Checklist Fácil a 16 países.

Mike Li

Mike Li

Tecnologia & produto · 20+ anos entre Infosys, Cisco e Accenture; patente de software nos EUA.

Quem já está voando

Tecnologias da UFSC em aceleração

STT (telemedicina, 20 anos de operação pública), CSL (energia solar em vidro) e LaPeSD (sistemas distribuídos e IA) saíram da universidade e estão fazendo o caminho até o setor privado com a Pegaso.

Submeter projeto

Conte em poucas linhas o que você construiu.

  1. Você preenche o formulário. 5 minutos, sem anexos obrigatórios.
  2. O time lê e responde com o próximo passo.
  3. Conversa de diagnóstico no Sapiens Parque ou online.

Prefere visitar? Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302, Edif. Softplan, Bloco A, 1º andar. Cachoeira do Bom Jesus, Florianópolis/SC. Visitas com hora marcada: .

Estágio do projeto
Perguntas frequentes

O que pesquisadores perguntam antes de submeter.

Em geral a titularidade da propriedade intelectual é da universidade, com participação dos pesquisadores inventores prevista em lei. A spin-off opera por licenciamento ou cotitularidade negociados com o NIT. A Pegaso conduz essa negociação.

Por participação societária na spin-off (cap table com vesting), por participação nos royalties do licenciamento prevista pela Lei de Inovação, ou pelas duas vias.

Não necessariamente. A Lei de Inovação prevê mecanismos para o pesquisador participar da spin-off. O desenho depende da instituição e do regime de trabalho; é um dos pontos resolvidos na etapa de Modelagem.

Não. Precisa ter uma tecnologia com validação técnica e um problema de mercado identificável. Empresa, proteção e pitch são construídos ao longo das etapas.

Mais respostas no Pegaso Insights →

Você segue na pesquisa. A gente cuida da travessia.

Conte em poucas linhas o que você construiu. A gente responde com o próximo passo, não com um PDF de 40 páginas.